domingo, 26 de junho de 2011
segunda-feira, 20 de junho de 2011
Memórias de Imigrantes Alemães e seus descendentes no Sul do Brasil
As duas primeiras histórias escritas são as biografias de Anton Kieling e Mathias Mombach, dois ex-soldados de Napoleão Bonaparte, que foram perseguidos em sua pátria e que tiveram que fugir para o Brasil. Kieling emigrou com uma nobre cuja história ainda hoje é pouco conhecida. Mombach fundou Walachei, defendeu a localidade, lutou contra os revolucionários durante a Revolução Farroupilha e é considerado uma figura lendárias dos idos da imigração alemã no sul do Brasil.
Braun escreve sobre Johann Naab, imigrante alemão nascido no sul da Rússia, cujo pai pediu que ele emigrasse depois que o Czar da Rússia obrigou todos os descendentes de alemães a servirem no exército, declarando na época que preferia perdê-lo para o mundo, que para uma guerra. No livro também está registrada a biografia de Henrique Harry Roehe, professor, violinista e líder da comunidade de Dois Irmãos.
Roehe era um Brummer, pertencia ao grupo de militares que vieram para o Brasil para servirem ao Imperador em um conflito contra a Argentina. Junto com ele viria outro imigrante, cujas memórias biográficas foram transcritas na integra por Braun. Era Franz Adolph Jaeger que é o patriarca de uma conhecida família de professores do século XIX e início do século XX.
Felipe escreve o histórico dos Göllner, uma família alemã que foi dizimada pelos índios no ano de 1835, na localidade de Roseiral, interior do município de Linha Nova. Sobreviveu ao ataque, a filha Helena de oito anos e sua irmã de um mês de vida. Na publicação também está registrado o histórico de Jacob Kroeff Filho, empresário que teve muito sucesso nos negócios, retornou para a Alemanha e foi recebido pelo papa em Roma. Kroeff foi um dos empresários mais poderosos do início do século XX, e foi o primeiro deputado a representar Novo Hamburgo na Assembléia Legislativa do Estado.
Braun também transcreve a carta do pastor Dietschi, que já em avançada idade, escreveu a seus filhos deixando conselhos e contanto suas memórias desde a infância, o início no seminário, a saúde frágil da juventude, sua cura e vivência como religioso no sul do Brasil. No livro está registrada a biografia de Karl Lanzer, o primeiro professor de português de Novo Hamburgo e de “Hannickel”, um imigrante alemão que não casou nem deixou descendência, que foi o braço direito dos primeiros padres, missionários jesuítas estabelecidos no Rio Grande do Sul.
De forma integral, Braun traz em palavras atuais, o diário dos Hennemann, de Carlos Hennemann, um importante juiz de paz de Dois Irmãos, que viajou para a Alemanha no ano de 1906 a fim de fazer cirurgia de catarata, recurso que ainda não existia no Brasil. Seu filho, que foi político na localidade e acompanhou o pai, escreveu no diário, as impressões dos Hennemann, pai e filho, sobre o Brasil e a Alemanha do início do século XX. Com pitorescos comentários sobre “os batedores de carteiras” as “bebedeiras na viagem” até entre pessoas respeitadas na comunidade, e sobre os “tumultos” na Alemanha, além de uma série de impressões segundo os costumes de sua terra.
Braun também escreve sobre Guilherme Winter, o patriarca fundador de Bom Princípio, que aceitava em suas terras pessoas de diversas profissões e que exigia a todos os recém chegados, que se dedicassem na formação intelectual dos filhos. Felipe também atrás a história dos Lammel, de um empresário austríaco que ao perder sua empresa na Boemia, decidiu emigrar para o Vale do Taquari.
A publicação também traz o diário de bordo de Guilherme Morsch, escrito desde a partida do rio Elba até a chegada no Porto de Rio Grande. O livro “Memórias de Imigrantes Alemães e seus descendentes no sul do Brasil” é um importante trabalho de resgate e preservação das memórias de pioneiros que se dedicaram para a construção do sul do país.
Apesar de manter uma continuidade nas pesquisas, Braun relata que seu terceiro livro tem muitas informações diferentes dos anteriores, apesar dessa publicação ter menos fotografias antigas, (45 ao todo, na primeira foram 140 e na segunda 203) há mais texto (190 páginas) e histórias escritas pelos próprios imigrantes.
segunda-feira, 13 de junho de 2011
Johann Jacob Purpur (natural de Idar, Prefeitura de Oberstein, no Principado de Birkenfeld, em Oldenburg)
Phillip Reinehr
Christian Rick (natural de Wenings, em Darmstadt)
Nicolaus von Ries (natural de Argenthal, prefeitura de Rheinböllen, cantao de Altensimmern, comarca de Koblenz)
Georg Heinrich Rieth (natural de Schauren, junto a Trier)
Johann Heinrich II Ritter (natural de Kempfeld, Rheinland, Preussen)
Johann Georg Friederich Robinson (natural de Lauterecken, Pfalz, Bayern)
Hunsche relata que a família Robinson, chegou a São leopoldo em 14 de maio de 1829, cruzaram o Atlântico provavelmente no veleiro Cäcilia, que sofreu um naufrágio diante da costa inglesa, obrigando seus passageiros a uma estadia de quase dois anos em Falmouth, S.O. da Inglaterra até poderem continuar a viagem em outro navio. Do Rio de Janeiro para Porto Alegre, a família foi transferida pelo costeiro Florida, Aviso de 18 de março de 1829, família número 09. Estabeleceu-se na Picada Quarenta e Oito, Travessão, no lote número 03. Segundo a tradição oral, os Robinson descendem de uma família da antiga nobreza inglesa. João Jorge Frederico Robinson, era evangélico, nascido em 22 de agosto de 1784 em lauterecken, distrito de Kusel, Hessem do Reno, Renânia-Palatinado, açogueiro em Bom jardim, filho de Georg Peter Robinson e Maria Philippina ..., casou-se no dia 31 de maio de 1815 em Lauterecken, distrito de Kusel, Hesse no Reno, Renânia-Palatinado com Maria Elisabete Alt, nascida no ano de 1788 em Ulmet, do mesmo distrito.
Johann Jacob Rothfuchs (natural de Linden Birkenfeld, Rheinland)
Johann Jacob Sander
Segundo Carlos Henrique Hunsche: Jacó Sander deixou, em 1854, Dois Irmaos e estabeleceu-se no vale do rio Santa Maria de Cima, onde adquiriu de Francisco Santos uma área de terras e construiu um moinho. As terras foram adquiridas por um conto de réis e tinham as seguintes divisas: ao Sul, o travessão e o último lote de terras do vale do rio Santa maria de Cima; ao Leste, o Arroio Paranhama e Arroio Moreira, seguindo em direçao Norte pelo Arroio Moreira, até o Arroio Caboclo e, depois, pelo travessão geral Caboclo, Voluntário, Parobé, até encontrar-se novamente com o travessão do vale do Rio Santa Maria de Cima. A região era habitada por índios caigangues, com os quais os Sander viveram em coexistência pacífica. Pais de dez filhos, do primeiro casamento.
Martin Sänger (natural de Berna, Suiça)
Johann Daniel Schäfer (natural de Wolfhagen em Hessen)
Theobald Schenkel (natural de Miesenbach-Rheinbayern)
Heinrich Jacob Schilling (natural de Kornscheim, junto a Erfurt)
Andreas Jacob Gottlieb Schüler (natural de Bad Weierbach, prefeitura de Sien, cantão de Grumbach, principado de Lichtenberg, ducado de Sachsen-Coburg)
Andreas (Gottlieb) Schüler, nascido no dia 26 de fevereiro de 1788 em Weierbach (pelo túmulo, nascido em 22 de abril de 1786), católico, falecido no dia 06 de março de 1875 (Cemitério Evangélico de Dois Irmãos, com a esposa), em 02 de abril de 1811 casou-se com Anna Catharina Loch, nascida no dia 18 de novembro de 1789 (registro de falecimento: nascida em 16 de novembro de 1788) em Oberstein, evangélica, falecida no dia 14 de novembro de 1874 às 3:30 em Dois Irmãos. Ele era ourives (artesão em ouro e prata) e lavrador, ela era lapidadora. Quando ela faleceu, deixou 4 filhos, 38 netos, e 60 bisnetos. Chegaram a São Leopoldo em 18 de março de 1829 (Stemmer).
Segundo lista de Daniel Hillebrand, em seu livro C333 - Registro Geral dos Colonos Chegados, em sua página 105 e linhas 017, 018, 019, 020, 021, 022, e 023, consta os seguintes nomes: Andreas Jacob Schüller, Catharina Loch, Maria Catharin Schüler, Mathias Carl Schüler, Jacob Schüler, Frederico Schüller e Andeas Schüler.
Johannes Schwartzhaupt (natural de Ranstadt, em Hessen)
Jacob Sehn
Johann Peter Selbach (natural de Traben, sobre Mosela, na Renânia Palatinado)
Johann Wilhelm Stahlhöfer (natural de Munsheim, em Brenn, junto a Worms)
Johann Philipp Steigleder (natural de Gabsheim no distrito de Alzey, Hessen do Reno, na Renânia Palatinado)
Johann Peter Stein (natural de Kefersheim, Kirchenbollenbach)
Johann Conrad Streb (natural de Steinheim, Grão-Ducado de Hessen)
Johann Andreas Sulzbach (natural de Oppershofen, Oberhessen, Hessen)
August Christian Timm (natural de Sülfeld, em Holstein)
Friedrich Dresbach (natural de Calbach, Intendência de Büdingen)
Georg Wilhelm Trott (natural de Rüsselscheim, Hessen)
Jorge Guilherme Trott (Hillebrand: Drodt), veio para o Brasil com a esposa e 1 filho, Jacob Tortt (*1810) chegados em São Leopoldo no dia 15 de novembro de 1825, passageiros da sumaca Tentativa e do transatlântico Triton. Lavrador, casado com Catarina Walter (natural de Königstadten junto a Rüsselsheim). Monsenhor Miranda, em carta de 21 de junho de 18285, dirigida ao presidente da província, escreve desta família: "A família de Jorge Guilherme Trott merece, pelo seu sossego e bom caráter, particular recomendação".
domingo, 12 de junho de 2011
Geschichte der deutsche Einwanderung in Südbrasilien – Ein persönlicher Bericht von Felipe Kuhn Braun
Mit ihrem Tod wussten wir nicht mehr wer alle dieses waren die, die Fotos zeigten, Alte Fotos von der anfang des XX Jahrhundert. Warscheinlich bekämmen diese Fotos, nach ein par Jahre, das Ende den moisten Alten Fotos, nach dem sie durch mehrere Generationen gingen. Aber ihre Geschichte war anders. Da begonnen meine Besuche für all dieses erkennen und Listen die auf diesem Alten Fotos waren.
Ich besuchte die näheste Verwandten, Grossonkeln, Vetter, und Schrift für Schritt erreichte ich die Namen von all dessen die auf den Fotos waren. Aber in jedem Haus das ich besuchte, erzählte jeder Verwandte eine Geschichte von Sachen die für immer verloren gegangen sind, eine Schachtel wurde verbrand, andere verloren in einem Hochwasser oder in einem Hausabbrand, oder noch anderen ohne Rücksicht in den Mühl geworfen. Ab dann began ich eine endlose Suche nach alte Fotos.
Ich erinnerte mich an die naheste Verwandten, meine Grossonkeln die mir erzählten das sie als Kinder die Fotos von ihren Grosseltern, urgrosseltern und Ururgrosseltern gesehen haben, und das diese Bildern verloren wurden. Ich dachte viehleicht hätte jemanden vor mir Erforschungen gemacht um all dies zu bewahren. Alle erzählten die gleiche Geschichte: “hätte ich mich dieser Zeit dafür interessiert”, “selbst ich war noch sehr jung und began erst Später all diesem einen Wert zu geben”.
Ich beobachte das er in meinem Fall anders war, “noch ganz jung begonn meine Liebe zu der Bewahrung der Geschichte der deutschen und Abstämmigdeutschen Vorfahrer”. Ich hatte die einzige Gelegenheit in den Hände eine Arbeit anfängen mit Besuche, Erforschungen und identifizieren, digitalisieren, abbilden, und Auswahl machen von den alten Fotos. Sicher haben die meisten Personen und sogar meine nahesten Verwandte mich mit ungläubige Augen angesehen. Ein “Junge” mit 14 Jahre interessiert sich für altertümliche Sachen… Das kann nur “Fieber” sein.
Die Jahre sind vergangen, ich habe Kenntnis erworben, Fähigkeit geübt um an diese Familien zu kommen, nicht mit ihnen unterhalten und mein Archiv wachste mehr und mehr. Ab 2005 begonn meine Veröffentligung von alte Fotos in der Zeitung NH von Novo Hamburgo. Es war eine Art für dieses zu bewaren, diese Geschichte zu veröffentligen und noch mehr Vertraung zu gewinen.
Von 2001 bis 2009 habe ich 2.000 Bilder gesammelt. Im Lauf dieses Jahr dachte ich, was noch machen für meinen Archiv noch zahlreicher zu machen. Habe ich ein Plan über die Gegenden im Innere, wo noch die moisten abstämmig Deutschen wohnen, gemacht, habe mich mit diesem Familien unterhalten, habe auch dennen um neue Verbindungen gebitten und weitere Besuche gemacht. Kurz nach einen Jahr war meinen Archiv von 2.000 auf 16.000 Bilder gewachsen.
Es war eine grosse Aufgabe… Ich verbrachte, Stunden, Tagen, Wochen an dieser Herausforderung. An jedem Tagesende auf Besuche in Innere Gegenden, fühlte ich ein grosser Erfolg. Jeder Fachwerkhaus, jeder alten Dachboden, jede Wand gedeckt mit Fotos, Sachen die noch bewart waren auf den deutschen Kolonien in Südbrasilien, entzückten mich und gaben mir noch mehr Lust für weitere Suche zu machen.
Im Januar 2010 veröffentlichte ich mein erstes Buch (História da Imigração Alemã no Sul do Brasil – Geschichte der Deutsche Einwanderung in Südbrasilien) und in Juli des selben Jahr, mein zweites (Gedächtnis von dem Deutsche Volk in Rio Grande do Sul), beide durch Verlag Amstad. Mit diesen zwei Veröffentlichgungen, habe ich mein grösstes Ziel erreicht, die Bewarung von diesen Fotos die, die Geschichte von unserer Vergangenheit bewaren. Ich verbrachte das Jahr mit Ausarbeiten von neue Projekte und suchte eine Form, für in Bücher zu verwandeln.
In 2010 habe ich die Geschichte von den Municips Alto Feliz, Feliz, Novo Hamburgo, Nova Petrópolis und Linha Nova mit Fotos ausgearbeitet. In 2011 habe ich weitere Besuche in Nova Petrópolis und Linha Nova gemacht und habe mein drites Buch veröffentlicht: Gedächtnis von Deutsche Einwanderer und ihren Nachkommen in Südbrasilien.
In diesem Buch sind Biografien und Berichte, die in den heutigen Tagen, unbekannt von den meisten Abstämmigdeutsche in Südbrasilien sind. Es sind die Geschichten vom Leben von Zwei Einwanderer, die Soldaten von Napoleon waren, Anton Kieling und Mathias Mombach. Die Gechichte von Johann Naab, Deutschabstämmigen Eiwanderer, geboren in Südrussland und hat sich in Santa Maria do Herval festgesetzt. Die Lebensbeschreibungen veröffentlicht die in der erste Helft vom XX Jahrhundert geschrieben wurden, vom Lehrer Franz Adolph Jaeger, Einwanderer von Sachsen; vom Journalist Hugo Metzler, Einwanderer von Schwaben; und vom Farmer Peter Wiltgen, Einwanderer von Luxembourg. Habe auch die Geschichte von Helena Göllner geschrieben, die ein Bugerangriff (Indianerangriff) überlebt hat wo ihre Familie getötet wurde, und vom ersten Abstämigdeutsche Abgeordnetet, Jacob Kroeff Filho, der das Sinostal vertretete.
Im zweiten Teil habe ich den “Biografiebrief” von einen bekannte Pfarer von Südbrasilien, Johann Rudolph Dietschi. Veröffentlicht. Das Tagebuch von den Hennemann von Dois Irmãos, die im Jahr 1906 nach Deutschland gereist sind und haben ihre Eindrück über Brasilien und Deutschland in dieser Zeit geschrieben. Habe auch die Biografie von Karl Lanzer, erste Lehrer von Novo Hamburgo, beschrieben, von Johann Nikolaus Heck der Gehilfer von den Jesuiten in der Pfarrei São José do Hortêncio war, von den Lammel wo von Österreich gekommen sind und im Taquarital niedersetzten, die Lebengeschichte von Wilhelm Winter, der Patriarch und Gründer von Bom Princípio.
Es sind neun Jahre auf der Suche und Bewarung von einem Teil der Geschichte von den Deutschen Einwanderer, ihren Nachkommen, Städt von ihnen gegründet in Südbrasilien. Veröffentlichen ist bewaren, im Moment wo diese alte Fotos, die Geschichten, Namen, Datums, Dokumenten und Unterschriften in einem Buch sind, haben wir die Sicherheit das dieses Material nicht mehr verloren wird. Material wo in kurzer Zeit verloren ware und jetzt bewart ist für die zukünftige Generationen.